Em um cenário global marcado por instabilidade geopolítica e protecionismo econômico, o Brasil reafirma seu protagonismo no comércio internacional de alimentos. Segundo análise da Forbes Mulher Agro, o país alcançou um recorde histórico de 169 bilhões de dólares em exportações agrícolas em 2025, mais que o dobro dos 74 bilhões registrados em 2015.
Com um saldo positivo de 149 bilhões de dólares, o Brasil consolidou-se como o maior exportador líquido mundial de alimentos, enquanto os Estados Unidos apresentaram déficit de 40 bilhões na balança agrícola. Essa posição é resultado da eficiência produtiva brasileira e das vantagens comparativas de clima e solo, que permitem abastecer mercados com déficits calóricos de forma sustentável.
O fluxo comercial brasileiro é conduzido por regras multilaterais e criteriosos padrões ambientais, contribuindo para a estabilidade dos preços globais e para a otimização dos recursos naturais. Ao deslocar a produção para regiões mais aptas climaticamente, o Brasil desempenha papel fundamental na resiliência dos sistemas agroalimentares frente aos desafios climáticos atuais, fortalecendo sua liderança para 2026 e além.